No
estado atual da sociedade, a severidade das leis penais não constitui uma
necessidade?
(... ) Infelizmente, essas leis mais se destinam a punir o mal
depois de feito, do que a lhe secar a fonte. Só a educação poderá reformar
os homens, que, então, não precisarão mais de leis tão rigorosas."
(O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, questão
796)
Foi um ano histórico para a ciência biomédica aquele de 1890. No
Instituto Robert Koch, de Berlim, Von Behring e Kitasato apararam a
Imunologia no seu nascimento. Demonstraram esses pesquisadores que no soro
sangüíneo de animais inoculados com o microrganismo causador da difteria
(crupe) havia a presença de substâncias ou fatores antibacterianos.
Naquela época era a difteria uma doença que se apresentava, no
mundo, com alta taxa de mortalidade infantil. No período de 1883-84 Klebs e
Löeffler conseguiram demonstrar que aquela doença, que se apresentava
inicialmente como uma dor de garganta levando à prostração severa, era
causada por um micróbio (bacilo diftérico).
Quatro anos depois Roux e Yersin demonstraram que aquele quadro
era principalmente produzido pela distribuição sangüínea de forte veneno
(exotoxina). E em 1890 esses missionários da ciência conseguiram demonstrar
no soro de animais de laboratório a presença de um fator capaz de
neutralizar os efeitos do tóxico microbiano. Nascia assim a era da
soroterapia, que abriria novas perspectivas no campo da medicina curativa.
Não ficam aí os trabalhos dos abnegados pesquisadores da ciência médica.
Contribuição maior vem de Ramon que, trinta anos depois, preocupado talvez
com os efeitos colaterais que o tratamento pelo soro acarretava, embrenha-se
pelos caminhos, nem sempre tranqüilos, da medicina preventiva. Ramon em 1923
apresenta à sociedade biomédica uma descoberta que iria revolucionar o então
"status quo" no campo das doenças humanas transmissíveis.
Apresenta-nos um derivativo do veneno bacteriano que, conservando suas
características antigênicas, isto é, sendo capaz de estimular o organismo a
produzir suas próprias defesas, seus antídotos, perdera sua capacidade
tóxica ou venenosa. Nascia assim a Imunologia para a Ciência e com ela a
vacinação infantil.
Estabelecer um serviço de imunização infantil eficaz e permanente
é, para qualquer país, dar um passo adiante no sentido do desenvolvimento
social e econômico. Entretanto, para se estabelecer este serviço é
necessário trilhar caminhos cheios de percalços, uma vez que:
1) os serviços de saúde não estão vinculados às mães para poder
administrar às crianças a vacina de que necessitam na idade apropriada;
2) as necessidades técnicas de um Programa Nacional de
Vacinação exigem conhecimentos técnicos no planejamento, na administração
e uma supervisão prática dos serviços;
3) a fabricação, estocagem e aplicação são extremamente
dispendiosas. Entretanto, muito se pode fazer, melhorando os sistemas de
atenção à saúde para levar às crianças e às mães a imunização;
melhorando-se os sistemas para atender a população rural e setores da
população urbana que disponham de menos recursos. A colaboração de uma
população bem informada, a obtenção de fundos e o fortalecimento efetivo
dos serviços básicos de saúde são objetivos difíceis mas acessíveis.
Não podemos esquecer que a vacina não precisa ser inventada. É
uma técnica relativamente antiga e efetiva.
Os resultados que parecem grotescos é que apesar da revolução
tecnológica registrada nos meios de comunicação social (a televisão, o
rádio, os documentos cinematográficos, as revistas ilustradas) sigamos
ignorando a possibilidade de evitar tantas mortes. Milhões de crianças
sobrevivem a infecções evitáveis com a vacinação, porém arrastam para o
resto de suas vidas trágicas seqüelas: lesões cerebrais, paralisias, atraso
do crescimento, enfermidades pulmonares crônicas, cegueira, surdez, etc.
Nos países desenvolvidos 80% das crianças estão imunizadas contra
as enfermidades mais mortíferas da infância: difteria, coqueluche, tétano,
poliomielite e sarampo.
O sarampo, muito mais contagioso do que a varíola, é grave
problema de saúde pública, entretanto, basta uma dose da vacina de vírus
vivo para obter-se um grau de proteção de 95% por espaço mínimo de 4-5 anos,
e provavelmente durante toda a vida da pessoa vacinada. *
Mas se o ano de 1890 é um marco na história da saúde física, o
ano de 1857 é o marco na história da saúde física e mental com a chegada do
Consolador. Quando Allan Kardec inspirado pelas "Vozes dos Céus"
publicou "O Livro dos Espíritos" a filosofia tremeu nas suas
bases. Porque a Doutrina Espírita é a vacina que arranca da treva, que
apresenta a estrada da redenção e que diz que todos os nossos erros são
resgatáveis. O homem está na Terra em experiência evolutiva. A Terra não é
um lugar de degredo, não é o vale das lágrimas, não é o inferno. É a bendita
escola, é o jardim onde colhemos e semeamos. A Terra é o educandário de luz,
no qual forjamos a nossa própria evolução, no qual adquirimos as
experiências da nossa redenção. A Doutrina Espírita desde 1857, 123 anos
atrás, inaugurou a era do espírito imortal. Tem-se agora a certeza de que os
mortos voltam e voltam para nos arrancar do caos e nos levar na direção de
Deus. Se nós devemos a Behring, Kitasato, Klebs, Löeffler e a Ramon a era da
vacinação, devemos a Denis, Flammarion, Crookes, Delanne, Bezerra e a
Kardec, iluminados por Jesus, a era da vacinação mental, o prenúncio de uma
era melhor, sem poluição psíquica. Porque, à semelhança da Medicina, a
Doutrina Espirita institui da mesma forma as técnicas de vacinação,
apresentando como referência bibliográfica o Evangelho de Jesus, o maior
tratado de Imunologia que a humanidade conhece, como o afirmou Joaquim
Murtinho pelas mãos de Francisco Cândido Xavier. Os instrutores religiosos,
mais do que doutrinadores, são médicos do espírito, que raramente ouvimos
com a devida atenção, enquanto na carne.
A semelhança da soroterapia para as doenças orgânicas, instituiu
a Doutrina Espírita a desobsessão que vai desenvolver defesa estabelecida
por ação exterior. É um tratamento com dose muita vez indeterminada, porque
é muito mais fácil educar do que reeducar.
Os estados mórbidos da mente humana costumam ser distribuídos por
duas condições gerais de desordem mental: neurose e psicose, distintas
primariamente por intensidade de desarranjo. A primeira pertence à área da
Psicanálise e a segunda à da Psiquiatria. Neurose é um distúrbio emocional
da personalidade que conduz o doente a um estilo de vida desajustado. Ele
está sempre em conflito consigo mesmo e com o ambiente. No primeiro caso,
porque tendências contraditórias se debatem dentro dele, como a necessidade
de afeto e a hostilidade. No segundo, porque luta agressivamente contra os
fatores externos como se estes constituíssem uma ameaça à sua vida e, ao
mesmo tempo, procura recuar diante deles como se julgasse não poder
enfrentá-los. Acha o neurótico que deve lutar antes de cooperar e, por isso,
é fortemente competitivo (ainda que não pareça).
Neurose corresponde em trabalhos espíritas ao termo clássico
perturbação, definida como estado de ânimo desajustado, em que o indivíduo
não consegue manter a estabilidade emocional e mental, desviando-se para a
tristeza, pessimismo, desânimo, agressividade e reações negativas desse
tipo.
A fim de alcançar um ajuste precário com a circunstância em que
vive, o paciente vê-se forçado a criar diversas maneiras de pensar e agir,
conhecidas como pseudo-soluções, visto não resolverem o problema íntimo.
Muitos são os comportamentos apresentados, mas as pessoas assumem um de três
tipos de atitude geral (com inúmeras variações individuais):
1) aproximam-se dos outros porque precisam ansiosamente de
afeto e não suportam a solidão;
2) opõem-se porque são agressivamente ambiciosos e querem
dominar e possuir tudo;
3) afastam-se porque mal toleram o contacto humano e sentem-se
melhor no isolamento. São três atitudes predominantes que não excluem as
opostas, também presentes mas inaparentes. O sujeito que está em oposição
aos outros é carente de afeição, mas procura ocultar isso. Servem para
caracterizar três tipos básicos de personalidade: complacente, agressiva e
indiferente. O homem normal contém esses elementos em proporções
equilibradas. É amistoso, solidário, cooperativo. Sintomas orgânicos
aparecem não em número pequeno (depressão, fobias, palpitações, inibição,
cansaço, angústia, micção freqüente, etc.)
Aspecto fundamental do estado neurótico são as perturbações nas
relações humanas e no trabalho. Pelas atitudes acima mencionadas, vê-se logo
que o neurótico defronta enormes dificuldades no relacionamento com os seus
semelhantes. Tanto que uma das definições afirma que "a neurose é uma
perturbação nas relações humanas"; em suma, é-lhe muito difícil gostar dos
outros, tratar com os outros e confiar na amizade deles. A atividade no
neurótico é sempre inferior à sua capacidade, de modo que no trabalho ele é
pouco produtivo. Nota-se bem que as perturbações emocionais atrapalham
fortemente o aproveitamento da encarnação.
No curso da neurose o raciocínio conserva-se normal. Parece, às
vezes, desviado da normalidade porque usa bases falsas; assim, o sujeito
pensa que ninguém gosta dele, o mundo é um lugar mau e perigoso, ou
inversamente ele adora todo mundo. Ora, esses juízos são falsos e falseiam
os raciocínios enunciados. Na verdade, o mecanismo de pensar está intacto.
Existe o senso da realidade e a vida social é possível. O neurótico convive
conosco, no trabalho e dentro do lar.
Na psicose, a desorganização da mente é muito mais avançada. O
senso da realidade e a vida social mostram-se nulos ou quase.
O psicótico não pode conviver conosco, a sociedade manda
segregá-lo para tratamento e assim é indispensável, pois não pode responder
pelo que faz.
O que mais importa perguntar é o que se mostra no fundo das
neuroses e psicoses, impregnando o espírito. Lá está, bem perceptível, a
citada tríade afetiva do desequilíbrio mental. Os agentes etiológicos, os
"micróbios" do egoísmo, do orgulho e da hostilidade numa associação
sinérgica.
A causa geral de qualquer perturbação psíquica reside na
desobediência constante às determinações da Lei de Deus (abandono
sistemático das obrigações impostas pela Lei). Uns estão rebelados contra a
vida, o mundo e Deus; outros estão desanimados ante os obstáculos a remover
do próprio caminho. Um dia, eclodem os variados sintomas neuróticos ou
psicóticos, conforme a intensidade da perturbação íntima. Temos assim, como
causa específica as imperfeições afetivas do Espírito, sendo o egoísmo a
base dos sentimentos desequilibrantes da alma, esse excessivo apego ao
próprio bem, sem considerar o dos outros. É a chamada "hipertrofia
congênita do eu" ou ainda "obsessão neurótica do eu". Em outras
ocasiões encontramos associado o orgulho, inflação da personalidade, o
desejo de parecer superior ao que é. Assim esses indivíduos só se ocupam de
suas conveniências e vantagens. "Eles gostam de levar vantagens em
tudo" ignorando os outros. O psicólogo Adler e o psicanalista Ralph
fizeram comentários muito pertinentes quando dizem que "todos os
fracassados - neuróticos, psicóticos, criminosos, bêbados,
crianças-problemas, suicidas, pervertidos e prostitutas - dão à vida um
sentido privado; ninguém é beneficiado pelas realizações dos seus objetivos
e os seus interesses não vão além de suas próprias pessoas...". Aninhado
nas raízes inconscientes está sempre o grande fator que influencia a conduta
consciente - o egoísmo. A pessoa que é sempre teatro de lutas e dores é a
pessoa que está sempre ocupada com pensamentos relativos a si mesma.
Um fator a mais está sempre presente, a obsessão - a influência
maléfica, intencional ou inconsciente, exercida por Espíritos imperfeitos
sobre a humanidade encarnada, de modo prolongado. "O predomínio de uma
mente sobre a outra produzindo constrição”. A obsessão complica o quadro
dos desequilíbrios já existentes e é causa única de multas formas de
demência. Um homem pode enlouquecer só porque um Espírito mau se lhe aderiu
à organização perispiritual, dominando-lhe a vontade e impondo-lhe seus
pensamentos. Valiosa contribuição no campo da obsessão pode ser encontrada
no livro do médico Adolfo Bezerra de Menezes - "A Loucura sob Nova
Prisma". Estudos mais recentes, realizados no Hospital Psiquiátrico
de Uberaba, parecem indicar que o processo é mais comum do que se supõe. A
obsessão é portanto um constrangimento que um indivíduo sente, graças à
presença perturbadora de um ser espiritual. Pode ser classificada em três
graus distintos, como se lê em "O Livro dos Médiuns", de Allan
Kardec, que as descreveu em seu capítulo XXIII como ninguém ainda o fez com
tanta segurança. A obsessão simples - muito peculiar a quase todos os
indivíduos - seria um tipo de "gripe emocional", que todos nós
podemos ser dela vítimas, porque vivemos num mundo atribulado, imediatista,
agressivo. Desequilibrando-nos e sintonizamos com os Espíritos também
agressivos e desequilibrados. Quando ela se agrava é a obsessão por
fascinação. O indivíduo se acredita abençoado por forças superiores e não
admite o intercâmbio com os Espíritos menos ditosos; finalmente, quando ele
perde o senso de equilíbrio, cai no que o Evangelho chamava de possessão e
que Allan Kardec, muito adequadamente voltou a denominar como obsessão por
subjugação. Subjugação porque a entidade subjuga-o, imprime-lhe a vontade e
passa a exercer nele um predomínio quase total.
Allan Kardec, antecipando-se às descobertas de Klebs e Löeffler
(1883-84), quando demonstraram a presença de uma entidade microbiana na
difteria; as de Behring e Kitasato (1890), demonstrando um fator
neutralizante no soro de animais de experimentação, e ainda as de Ramon em
1923, que introduziu a técnica da vacinação antidiftérica, nos traz com
"O Livro dos Médiuns", no ano de 1861 a técnica da desobsessão
e revive, com auxílio do Espíritos abnegados, a técnica da vacinação
mental deixada há quase 2.000 anos por Jesus e hoje redescoberta pelos
estudiosos do comportamento humano como Adler. "O Evangelho segundo o
Espiritismo" deixa no século passado contribuição incomensurável,
permitindo ao homem a oportunidade de desenvolver recursos próprios de
defesa contra suas próprias imperfeições. Na doença diftérica a vacinação
encontrou o caminho adequado para livrar a criança muita vez da morte. Mais
interessante é que, insatisfeitos com "apenas" o vacinar, os pesquisadores
desenvolvem um teste para avaliar a relativa susceptibilidade da criança à
doença, em outras palavras, dispõe a ciência biomédica de um teste capaz de
avaliar se a criança, vacinada ou não, possui defesas capazes de protegê-la
contra um ataque da doença. Analogicamente possui o homem um teste seguro
para verificar se a evangelização surtiu efeito no sentido do
desenvolvimento de recursos contra a poluição psíquica. Conhece-se o
verdadeiro espírita pela sua transformação moral.
No campo do tratamento espiritual a desobsessão corresponde à
soroterapia no tratamento antitóxico da doença infecciosa. O médico socorre
o paciente com a injeção, intravenosa ou intra-muscular, do medicamento
capaz de estabelecer defesas (imunidade passiva) previamente produzidas no
exterior. O indivíduo pode ser reequilibrado de fora para dentro, mas o
processo patológico foi exercido e, ainda, corre risco de vida ou de
seqüelas. A evangelização infanto-juvenil atua no mesmo campo da
desobsessão, entretanto, à semelhança da imunização ativa (vacinação),
permite o desenvolvimento de "elementos de defesa", mesmo antes do
contacto com as fontes de infecção. A criança vacinada, mesmo que possa
sofrer o processo de agressão microbiana e ficar doente, dispõe de
resistência que acarreta quadro clínico mais brando e cura em tempo menor.
A criança evangelizada será o homem vacinado do futuro e mesmo diante de
um mundo imediatista e atribulado responderá favoravelmente à atmosfera
neurotizante das grandes metrópoles.
Estabelecer um serviço de imunização infantil eficaz e permanente
é, para qualquer país, dar um passo adiante no sentido do desenvolvimento
social e econômico; estabelecer-se uma campanha nacional permanente de
evangelização infanto-juvenil é anunciar a era nova. É lançar as bases para
que o país venha a assumir o seu destino de coração do mundo, verdadeiro
celeiro de amor. É por isso que o ano de 1857 é mais importante que o de
1890. Se o ano de 1890 trouxe a contribuição científica para a Medicina, a
mensagem de 1857 trouxe Jesus de volta para nós, dizendo-nos que a
verdadeira felicidade consiste em dar, em servir, em reter no coração a amor
para distribuir em abundância.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Bol. Ofic. Sanit. Pan. (OMS), 82(4): 285-299, 1977.
Franco, D. P. Anotações palestras diversas.
Kardec, A. O Livro dos Espíritos (tradução).
51a ed. FEB, RJ, 1980.
Kardec, A. O Livro dos Médiuns (tradução).
4a ed. FEB, RJ, 1904.
Rizzini, C.T. Evolução para o Terceiro Milênio: tratado
psíquico para o homem moderno. 1aed. EDICEL, SãoPaulo,
SP, 1977.
(Reformador, 99 (1823): 61-64, fevereiro,
1981)
* *
*
Texto claro onde o autor aborda o assunto com muito profundidade e embora tenha sido publicado em 1981 é muito ATUAL e concordo plenamente com o mesmo e para reflexão acrescento que:
ResponderExcluir"Desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social.
A Obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicina como possessão e estado de transe, que é um item do CID – o Código Internacional de Doenças – que permite o diagnóstico da interferência espiritual obsessora.
O CID 10, item F,44.3 – define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou atuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença. Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doenças. Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto nos transtornos mentais psiquiátricos – nesse caso, seria uma doença, um transtorno dissociativo psicótico ou que popularmente se chama de loucura – bem como na interferência de um ser desencarnado das trevas, a Obsessão espiritual.
O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria – DSM IV – alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação e psicose, porque isso pode não significar um alucinação ou loucura.
Na Faculdade de Medicina da USP, o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, coordena a cadeira (hoje obrigatória) de Medicina e Espiritualidade."
Parabenizo os autores do Blog em divulgar um artigo que trata de um assunto de extrema importância.
Atenciosamente,
Marcos da Silva Fonseca - Administrador
Boa Tarde! Coerência e lucidez no artigo e comentário que sem dúvida instigam pensares e reflexões. Parabenizo-os!
ResponderExcluirCom Pestalozzi entendemos que o amor é o elemento imunizador por excelência, quando posto em ação no processo educativo. Kardec vai ser um dos maiores propagadores desse recurso terapêutico ao lançar ao mundo o Espiritismo.
ResponderExcluirEm cinco doses básicas esse elemento imuniza a todos da doença do desconhecimento essencial: o de nossa origem e destinação; e do mecanismo de progresso do ser. Com ele um radioso dia se faz na Terra para sempre.